Gravar sua respiração,
Registrar seu cheiro que exala em mim,
Exercitar meus olhos para se fechem como você o faz,
Minutar o sabor da minha boca após te beijar,
Fotografar o encaixe de corpo inteiro,
Encapsular o que me causa tremor e arrepios,
Cobrir tudo a minha volta, com o toque da sua pele.
E então...
Agradeço pelas impossibilidades.
Assim, preciso de você cada vez mais.
Repostando
Talvez a explicação literal de sentimentos
seja mais convincente que a poética.
Razão e emoção em um jogo
onde só há ganhador se houver empate.
Freud, Platão, Aurélio...
Sei lá,
Digita “amor” no Google,
Pega a barsa,
Faz uma enquete,
Uma coletânea de depoimentos,
Ou devore contos de fadas.
Eu continuo com minhas teorias e ressalvas.
Não gosto meramente pelo cheiro.
Gosto de ter alguém
a quem posso associar minha vontade de mudar.
Gosto dos motivos que me faz rir sozinha.
Gosto de sentir ao mesmo tempo medo e proteção.
Ah...
Quer saber?
Eu gosto e ponto final!
seja mais convincente que a poética.
Razão e emoção em um jogo
onde só há ganhador se houver empate.
Freud, Platão, Aurélio...
Sei lá,
Digita “amor” no Google,
Pega a barsa,
Faz uma enquete,
Uma coletânea de depoimentos,
Ou devore contos de fadas.
Eu continuo com minhas teorias e ressalvas.
Não gosto meramente pelo cheiro.
Gosto de ter alguém
a quem posso associar minha vontade de mudar.
Gosto dos motivos que me faz rir sozinha.
Gosto de sentir ao mesmo tempo medo e proteção.
Ah...
Quer saber?
Eu gosto e ponto final!
Faz De Conta
Faz de Conta
Que o não é sim
E o sim é mais ainda!
Que tecnicamente eu tenho a razão,
Que no final tudo dá certo,
Que o propósito das aflições,
É majorar a alegria.
Que brincadeiras são mentiras,
Que as pessoas não são iguais,
Que o dito mais vulgar
É o que por ultimo descobri.
Faz de conta que é tudo faz de conta
E aproveita.
Faz de conta que não tem ninguém olhando
Faz de conta
Que daqui a pouco o conto acaba.
Ah...
E faz de conta, que essa não é por quem me contou que a vida não passa de uma sinfonia agridoce!
Que o não é sim
E o sim é mais ainda!
Que tecnicamente eu tenho a razão,
Que no final tudo dá certo,
Que o propósito das aflições,
É majorar a alegria.
Que brincadeiras são mentiras,
Que as pessoas não são iguais,
Que o dito mais vulgar
É o que por ultimo descobri.
Faz de conta que é tudo faz de conta
E aproveita.
Faz de conta que não tem ninguém olhando
Faz de conta
Que daqui a pouco o conto acaba.
Ah...
E faz de conta, que essa não é por quem me contou que a vida não passa de uma sinfonia agridoce!
Vai Saber
O conto de contos era um conto de fadas fantasiado de verdade,
O eu agora revelado, em nada depende de uma segunda pessoa.
Apenas verbos conjugados em outros tempos, sem influencia de qualquer sujeito.
Sem o chão que me foi roubado, aprendi a dar saltos altos que tem pretensão de voar.
Combinar vários tons da mesma cor, até que confunda os olhos para que não haja razão entre semelhanças e diferenças, o que há de tornar cada palavra num ponto de equilíbrio.
Compilação de complicações. Aumentadas, sufocadas.
Faz da minha vida, a melhor. Dos meus dias os mais felizes. Foco!
Particularidades cotidianas que me fascinam, provocam e tem o dor de me causar entusiasmo.
Eu questiono sentimentos, vontades, mas nada faço para sabê-los, muito menos possuí-los.
Ao ter a complicação que pedia, aclamo a simplicidade.
Agora significa muito pouco, beirando a nada.
O eu agora revelado, em nada depende de uma segunda pessoa.
Apenas verbos conjugados em outros tempos, sem influencia de qualquer sujeito.
Sem o chão que me foi roubado, aprendi a dar saltos altos que tem pretensão de voar.
Combinar vários tons da mesma cor, até que confunda os olhos para que não haja razão entre semelhanças e diferenças, o que há de tornar cada palavra num ponto de equilíbrio.
Compilação de complicações. Aumentadas, sufocadas.
Faz da minha vida, a melhor. Dos meus dias os mais felizes. Foco!
Particularidades cotidianas que me fascinam, provocam e tem o dor de me causar entusiasmo.
Eu questiono sentimentos, vontades, mas nada faço para sabê-los, muito menos possuí-los.
Ao ter a complicação que pedia, aclamo a simplicidade.
Agora significa muito pouco, beirando a nada.
Queridos Terraqueos
Sofro de Instabilidade Emocional
Sou masoquista musical, faço da melodia meu espírito.
Bipolar, extremista, contraditória e fugaz.
Jovem ranzinza.
Estado civil: desinteressada. Mas as vezes só não sei demonstrar.
Penso que a mentira é o começo do fim.
Socializo por conveniência, mas tenho amigos de verdade.
Eu falo o dispensável, e sempre esqueço o que queria falar.
Queria viver em horários alternativos, sem olhar no relógio.
Sem frescura, e sem paciência.
Quero o inesperado!
Não consigo enxergar o óbvio, não viajo só no que me convém.
Tenho amor próprio em primeiro lugar.
Nasci pra ser feliz, todos os dias.
Sou do 5° signo do zodíaco e isso dispensa comentários.
E eu nem sinto muito...
Sou masoquista musical, faço da melodia meu espírito.
Bipolar, extremista, contraditória e fugaz.
Jovem ranzinza.
Estado civil: desinteressada. Mas as vezes só não sei demonstrar.
Penso que a mentira é o começo do fim.
Socializo por conveniência, mas tenho amigos de verdade.
Eu falo o dispensável, e sempre esqueço o que queria falar.
Queria viver em horários alternativos, sem olhar no relógio.
Sem frescura, e sem paciência.
Quero o inesperado!
Não consigo enxergar o óbvio, não viajo só no que me convém.
Tenho amor próprio em primeiro lugar.
Nasci pra ser feliz, todos os dias.
Sou do 5° signo do zodíaco e isso dispensa comentários.
E eu nem sinto muito...
Quero
Eu quero o que o dinheiro não paga
Como o “sabor da fruta mordida”...
Junto com a musica sussurrada no ouvido,
Com hálito doce embriagado.
Eu quero o que o tempo não apaga,
Cicatrizes invisíveis, e tudo mais que contradiz,
Perfumes involuntários, exalados da pele,
Trazidos por qualquer brisa.
Eu quero o que a distancia não veta,
Aquilo que fica depois da despedida,
A certeza da presença remota.
No caminho de volta com os olhos molhados,
Eu quero o que o remédio não cura,
O prazer da dor,
O ensejo de esperar,
A culpa que vaga.
Eu quero o que se apaga e não esfria.
Eu quero o que o sobra e ainda falta.
Eu quero o que em paz, me aborrece.
Eu quero o que eu já tenho.
E quero sempre mais equivalente.
Aquilo que eu não puder, cobiço o querer.
Nada apetece se de mim.
Como o “sabor da fruta mordida”...
Junto com a musica sussurrada no ouvido,
Com hálito doce embriagado.
Eu quero o que o tempo não apaga,
Cicatrizes invisíveis, e tudo mais que contradiz,
Perfumes involuntários, exalados da pele,
Trazidos por qualquer brisa.
Eu quero o que a distancia não veta,
Aquilo que fica depois da despedida,
A certeza da presença remota.
No caminho de volta com os olhos molhados,
Eu quero o que o remédio não cura,
O prazer da dor,
O ensejo de esperar,
A culpa que vaga.
Eu quero o que se apaga e não esfria.
Eu quero o que o sobra e ainda falta.
Eu quero o que em paz, me aborrece.
Eu quero o que eu já tenho.
E quero sempre mais equivalente.
Aquilo que eu não puder, cobiço o querer.
Nada apetece se de mim.
Tipo Tatuagem
Me disseram que o sempre existe. O que eu nunca duvidei, apenas sugeria que o tempo para ele, era grande em demasia.
Elos sanguíneos, blindados não se soltam, porem podem nada significar. São para sempre a família que Deus nos empresta, e nós aceitamos.
Pessoas; mão, irmão e filho viram estrelas. Umedecem os olhos, incham o peito, e acima de tudo criam o sorriso mais doce e sincero que os lábios podem ter.
Assim como eternos os amigos que escolhemos e mesmo que o tempo afaste, o que me apavora, eles vão estar em algum lugar, quando tocar aquela canção ou quando as lembranças insistirem em aparecer. Eu sei que vão.
A convivência muda, os planos e as maneiras de realizá-los mudam. O futuro muda, mas o passado não.
Eu não faço promessas de sentimentos imortais, nem de companhia infinita. Mas prezo, zelo e exalto aqueles e aquilo que fazem parte do meu pequeno sempre de agora.
Aquele gostinho chegando antes no coração do que nas papilas...
Aquele perfume quando entra pelo nariz e corre nas veias...
O toque que na pele estremece os músculos...
A voz que perto do ouvido arrepia...
Isso é para sempre.
Mesmo que acabe.
A gente não esquece.
Elos sanguíneos, blindados não se soltam, porem podem nada significar. São para sempre a família que Deus nos empresta, e nós aceitamos.
Pessoas; mão, irmão e filho viram estrelas. Umedecem os olhos, incham o peito, e acima de tudo criam o sorriso mais doce e sincero que os lábios podem ter.
Assim como eternos os amigos que escolhemos e mesmo que o tempo afaste, o que me apavora, eles vão estar em algum lugar, quando tocar aquela canção ou quando as lembranças insistirem em aparecer. Eu sei que vão.
A convivência muda, os planos e as maneiras de realizá-los mudam. O futuro muda, mas o passado não.
Eu não faço promessas de sentimentos imortais, nem de companhia infinita. Mas prezo, zelo e exalto aqueles e aquilo que fazem parte do meu pequeno sempre de agora.
Aquele gostinho chegando antes no coração do que nas papilas...
Aquele perfume quando entra pelo nariz e corre nas veias...
O toque que na pele estremece os músculos...
A voz que perto do ouvido arrepia...
Isso é para sempre.
Mesmo que acabe.
A gente não esquece.
Pra Que Titulo?
Eu nasci grande, do tamanho dos olhos de quem me enxergava.
Hoje sou pequena, do tamanho que meus olhos me vêem.
Antes era o escuro, e hoje o clarão que me traz medo.
O tempo era longo e preenchido, enquanto hoje, tão curto ainda vago.
As regras que descumpria são as que hoje imponho, e aquilo que juntei prossegue faltando.
Continuo a mesma.
Sendo morte, ferida e dor, que refere a vida, cura e prazer com a mesma admiração e aversão.
Liberdade em segredo, fantasia revelada,
porque o que não couber numa xícara quente, pra mim não convém.
Velocidade que lacrimeja os olhos e seca a boca,
Faz disparar o coração e deixa brando o resto.
Hoje sou pequena, do tamanho que meus olhos me vêem.
Antes era o escuro, e hoje o clarão que me traz medo.
O tempo era longo e preenchido, enquanto hoje, tão curto ainda vago.
As regras que descumpria são as que hoje imponho, e aquilo que juntei prossegue faltando.
Continuo a mesma.
Sendo morte, ferida e dor, que refere a vida, cura e prazer com a mesma admiração e aversão.
Liberdade em segredo, fantasia revelada,
porque o que não couber numa xícara quente, pra mim não convém.
Velocidade que lacrimeja os olhos e seca a boca,
Faz disparar o coração e deixa brando o resto.
Começo do dia Um = Desistência!
O Medo amanheceu maior do que qualquer necessidade de provar qualquer coisa pra qualquer pessoa.
Outra dimensão molha meus olhos enquanto seca na minha garganta uma justificativa que não peça explicações.
Quase afogando na certeza que abrir mão dos prazeres do corpo seria menos difícil e mais certo.
Reciprocamente diferentes, insubstituíveis e avassaladores. O que encontro em um nem adianta procurar no outro.
Talvez, o caminho mais obvio, esse que acabei de colocar os pés, seja mais uma fuga de mim, na tentativa de assumir um eu emergente.
Tempo perdido num mundo abstrato, repleto de coisas supérfluas que roubam muito do meu pouco raciocínio, e torna grande o tempo ocioso que deveria ser pequeno.
Há coisas produtivas a serem feitas e coisas que arrancam suspiros a serem evitadas.
E a saudade que pode nem ser tão forte assim.
Outra dimensão molha meus olhos enquanto seca na minha garganta uma justificativa que não peça explicações.
Quase afogando na certeza que abrir mão dos prazeres do corpo seria menos difícil e mais certo.
Reciprocamente diferentes, insubstituíveis e avassaladores. O que encontro em um nem adianta procurar no outro.
Talvez, o caminho mais obvio, esse que acabei de colocar os pés, seja mais uma fuga de mim, na tentativa de assumir um eu emergente.
Tempo perdido num mundo abstrato, repleto de coisas supérfluas que roubam muito do meu pouco raciocínio, e torna grande o tempo ocioso que deveria ser pequeno.
Há coisas produtivas a serem feitas e coisas que arrancam suspiros a serem evitadas.
E a saudade que pode nem ser tão forte assim.
Tipo Soldaddo
Laços, nós.
Eu você, gente,
Incrédulas, fiéis, crença,
Ser, estar, ter.
Isso, aquilo, tudo.
Ontem, amanha, dia,
“d”, festa, feira.
Comida, lixo, luxo,
Pecado, carne, pele,
Casaco, suja, química,
Escola, cama,
Macia, companhia,
Boa, passageira, solidão,
Voz, ouvido, alma,
Condenada, pura, perdão,
Pesar, troco, migalha,
Pão, sentimento,
Desperdiçado, pedido,
Demissão, casamento,
Bem, doce, esfarelado,
Guardanapos, roupas,
Dormir, sonhar, acordar,
Atraso, medo, colo,
Quente, duro, vontade,
Delírio, fuga, saudade,
Distancia, tempo,
Sobra, cobra, aperta,
Bolso, peito, mãos,
Afago, pelica, tapa,
Amor, comemoração,
Gol, chegada, despedida,
Telefone, demora, repete
Hora, novela, encenação,
Educação, pretextos.
Forçado, Despercebido,
Desejo, contido,
Calado, silencio ouvido,
Atento, plástico, distante,
Intocável, invisível,
Laços, nós.
Eu você, gente,
Incrédulas, fiéis, crença,
Ser, estar, ter.
Isso, aquilo, tudo.
Ontem, amanha, dia,
“d”, festa, feira.
Comida, lixo, luxo,
Pecado, carne, pele,
Casaco, suja, química,
Escola, cama,
Macia, companhia,
Boa, passageira, solidão,
Voz, ouvido, alma,
Condenada, pura, perdão,
Pesar, troco, migalha,
Pão, sentimento,
Desperdiçado, pedido,
Demissão, casamento,
Bem, doce, esfarelado,
Guardanapos, roupas,
Dormir, sonhar, acordar,
Atraso, medo, colo,
Quente, duro, vontade,
Delírio, fuga, saudade,
Distancia, tempo,
Sobra, cobra, aperta,
Bolso, peito, mãos,
Afago, pelica, tapa,
Amor, comemoração,
Gol, chegada, despedida,
Telefone, demora, repete
Hora, novela, encenação,
Educação, pretextos.
Forçado, Despercebido,
Desejo, contido,
Calado, silencio ouvido,
Atento, plástico, distante,
Intocável, invisível,
Laços, nós.
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