O Medo amanheceu maior do que qualquer necessidade de provar qualquer coisa pra qualquer pessoa.
Outra dimensão molha meus olhos enquanto seca na minha garganta uma justificativa que não peça explicações.
Quase afogando na certeza que abrir mão dos prazeres do corpo seria menos difícil e mais certo.
Reciprocamente diferentes, insubstituíveis e avassaladores. O que encontro em um nem adianta procurar no outro.
Talvez, o caminho mais obvio, esse que acabei de colocar os pés, seja mais uma fuga de mim, na tentativa de assumir um eu emergente.
Tempo perdido num mundo abstrato, repleto de coisas supérfluas que roubam muito do meu pouco raciocínio, e torna grande o tempo ocioso que deveria ser pequeno.
Há coisas produtivas a serem feitas e coisas que arrancam suspiros a serem evitadas.
E a saudade que pode nem ser tão forte assim.
Tipo Soldaddo
Laços, nós.
Eu você, gente,
Incrédulas, fiéis, crença,
Ser, estar, ter.
Isso, aquilo, tudo.
Ontem, amanha, dia,
“d”, festa, feira.
Comida, lixo, luxo,
Pecado, carne, pele,
Casaco, suja, química,
Escola, cama,
Macia, companhia,
Boa, passageira, solidão,
Voz, ouvido, alma,
Condenada, pura, perdão,
Pesar, troco, migalha,
Pão, sentimento,
Desperdiçado, pedido,
Demissão, casamento,
Bem, doce, esfarelado,
Guardanapos, roupas,
Dormir, sonhar, acordar,
Atraso, medo, colo,
Quente, duro, vontade,
Delírio, fuga, saudade,
Distancia, tempo,
Sobra, cobra, aperta,
Bolso, peito, mãos,
Afago, pelica, tapa,
Amor, comemoração,
Gol, chegada, despedida,
Telefone, demora, repete
Hora, novela, encenação,
Educação, pretextos.
Forçado, Despercebido,
Desejo, contido,
Calado, silencio ouvido,
Atento, plástico, distante,
Intocável, invisível,
Laços, nós.
Eu você, gente,
Incrédulas, fiéis, crença,
Ser, estar, ter.
Isso, aquilo, tudo.
Ontem, amanha, dia,
“d”, festa, feira.
Comida, lixo, luxo,
Pecado, carne, pele,
Casaco, suja, química,
Escola, cama,
Macia, companhia,
Boa, passageira, solidão,
Voz, ouvido, alma,
Condenada, pura, perdão,
Pesar, troco, migalha,
Pão, sentimento,
Desperdiçado, pedido,
Demissão, casamento,
Bem, doce, esfarelado,
Guardanapos, roupas,
Dormir, sonhar, acordar,
Atraso, medo, colo,
Quente, duro, vontade,
Delírio, fuga, saudade,
Distancia, tempo,
Sobra, cobra, aperta,
Bolso, peito, mãos,
Afago, pelica, tapa,
Amor, comemoração,
Gol, chegada, despedida,
Telefone, demora, repete
Hora, novela, encenação,
Educação, pretextos.
Forçado, Despercebido,
Desejo, contido,
Calado, silencio ouvido,
Atento, plástico, distante,
Intocável, invisível,
Laços, nós.
O Finzão?
Improvisar da vontade o prazer, e da dor fazer afeição.
Ter o medo como alento, e a falta a razão.
Da conseqüência preferir a letargia.
E daquilo que enrubesce, sorrir.
Incertezas causar e remanejar probabilidades.
Desistir de propósitos remotos, por tê-los ao alcance.
Agradar da pele, procurando um cheiro distinto.
Implorar e recusar amiúde a mesma coisa.
Confundir, apontar sentimentos e fantasias.
Arrematar todos os dias o que não devia recomeçar.
Ter o medo como alento, e a falta a razão.
Da conseqüência preferir a letargia.
E daquilo que enrubesce, sorrir.
Incertezas causar e remanejar probabilidades.
Desistir de propósitos remotos, por tê-los ao alcance.
Agradar da pele, procurando um cheiro distinto.
Implorar e recusar amiúde a mesma coisa.
Confundir, apontar sentimentos e fantasias.
Arrematar todos os dias o que não devia recomeçar.
Vicio Frenético
Longe de resenhar uma produção cinematográfica,
Apesar de procurar feito louca a trilha desse,
E as viagens serem tão boas quanto ou ainda melhor.
Quando embarco, as neuras ficam pra trás
E o caminho quanto mais curto, melhor.
Quanto menor, maior o delírio.
Nada ilícito, ou ilegal, talvez imoral,
Mas quem se importa?
Se no fim, um sorriso estampa o rosto,
E o corpo todo reconhece o contentamento da mente.
Sensações inéditas explodem dentro de mim,
Efeitos outrora desejados e desacreditados.
Que a cada dia, eu anseio mais.
E os tenho.
Propaganda não rola, a “possecividade” não permite,
Essa que me questiona sobre sentimentos e afinidades...
Coisas que nascem com a convivência, mas nem sempre agrada,
Como um ego assassino que implica a vida de um temido amor.
Ainda há indecisões e controvérsias.
Talvez desacelere, mas não vai perder a graça.
Alguns fatores que esfriam a barriga são perdidos com o tempo.
Mas aqueles que esquentam o coração se fortalecem todas as noites.
Não querer abrir mão de um prazer imensurável
E aflita por lançar mão de um sentimento inadmissível.
Viajando no corpo, enquanto me afogo na alma.
Chamas que estão me refazendo fria,
O suficiente para não me incomodar.
Mais selvagem do que dócil, com mais ritmo do que letra.
E só.
Antes que eu mude de assunto,
Antes que eu mude de titulo
...Que podia muito bem ser outro.
Apesar de procurar feito louca a trilha desse,
E as viagens serem tão boas quanto ou ainda melhor.
Quando embarco, as neuras ficam pra trás
E o caminho quanto mais curto, melhor.
Quanto menor, maior o delírio.
Nada ilícito, ou ilegal, talvez imoral,
Mas quem se importa?
Se no fim, um sorriso estampa o rosto,
E o corpo todo reconhece o contentamento da mente.
Sensações inéditas explodem dentro de mim,
Efeitos outrora desejados e desacreditados.
Que a cada dia, eu anseio mais.
E os tenho.
Propaganda não rola, a “possecividade” não permite,
Essa que me questiona sobre sentimentos e afinidades...
Coisas que nascem com a convivência, mas nem sempre agrada,
Como um ego assassino que implica a vida de um temido amor.
Ainda há indecisões e controvérsias.
Talvez desacelere, mas não vai perder a graça.
Alguns fatores que esfriam a barriga são perdidos com o tempo.
Mas aqueles que esquentam o coração se fortalecem todas as noites.
Não querer abrir mão de um prazer imensurável
E aflita por lançar mão de um sentimento inadmissível.
Viajando no corpo, enquanto me afogo na alma.
Chamas que estão me refazendo fria,
O suficiente para não me incomodar.
Mais selvagem do que dócil, com mais ritmo do que letra.
E só.
Antes que eu mude de assunto,
Antes que eu mude de titulo
...Que podia muito bem ser outro.
אבולוציה
Tudo que nunca quis, e talvez precisasse
Aquilo que abundava e não me convinha,
Encantamento quase de propósito e merecido.
Um eu que agrada e se agrada
Pelo o que de regra, desagrada.
O que submerge no seu olhar doce
É o mesmo que afugenta no meu sorriso complacente.
Perco-me quando me encontro
E faço questão de não procurar.
O sim e o não mentem e se confrontam
num jogo que não tem placar.
E já que não faz diferença,
Posso ser seu culto semanal enquanto você me ensina a me conter.
E nesse futuro que jamais encontraremos,
Estará guardadas as fantasias que criamos.
...
Aquilo que abundava e não me convinha,
Encantamento quase de propósito e merecido.
Um eu que agrada e se agrada
Pelo o que de regra, desagrada.
O que submerge no seu olhar doce
É o mesmo que afugenta no meu sorriso complacente.
Perco-me quando me encontro
E faço questão de não procurar.
O sim e o não mentem e se confrontam
num jogo que não tem placar.
E já que não faz diferença,
Posso ser seu culto semanal enquanto você me ensina a me conter.
E nesse futuro que jamais encontraremos,
Estará guardadas as fantasias que criamos.
...
Eu tenho um
Não importa se ele é de pedra, manteiga ou tecido fibroso.
Não importa se é do tamanho de uma azeitona, de um balão ou de um punho.
Também não importa se ele é trancado a sete chaves, publico ou protegido pela caixa torácica.
E se ele tem gosto de fel ou mousse de maracujá ou se lembra ferrugem não faz diferença.
Não importa se dentro dele você guarda um time, uma pessoa ou apenas veias e artérias.
Coração será sempre coração.
Não importa se é do tamanho de uma azeitona, de um balão ou de um punho.
Também não importa se ele é trancado a sete chaves, publico ou protegido pela caixa torácica.
E se ele tem gosto de fel ou mousse de maracujá ou se lembra ferrugem não faz diferença.
Não importa se dentro dele você guarda um time, uma pessoa ou apenas veias e artérias.
Coração será sempre coração.
(...)
Pensar Na Morte Me Apavora Menos Do Que Pensar Na Vida,
Sobre Como Cheguei Até Aqui E O Que Vou Fazer Daqui Pra Frente.
Confrontar Os Sonhos Com As Escolhas Que Já Fiz.
E Ver Que Cada Uma Delas Não Foi Mera Opção,
E Sim Pequenos Passos Para Fazer De Mim O Que Estou Me Tornando A Cada Dia,
Deixando De Lado A Auto-suficiência
E Me Afirmando Madura Em Ter Medos Menores Que As Ideias,
Perante Um Passado Não Mais Glorioso Que O Presente,
Mas Analisado Com Um Senso Um Pouco Menos Infantil,
Onde Parcebo Que O Lance Não É Só Aproveitar O Dia...
Por Mais Forte Que Eu Tento Ser,
Dói Lembrar Das Pessoas Que Já Despedi.
E Por Mais Fria Que Eu Tento Ser,
Não Consigo Esconder A Satisfação De Reconhecer O Companheirismo,
Restrito, Porem Intenso Que Tenho.
Sobre Como Cheguei Até Aqui E O Que Vou Fazer Daqui Pra Frente.
Confrontar Os Sonhos Com As Escolhas Que Já Fiz.
E Ver Que Cada Uma Delas Não Foi Mera Opção,
E Sim Pequenos Passos Para Fazer De Mim O Que Estou Me Tornando A Cada Dia,
Deixando De Lado A Auto-suficiência
E Me Afirmando Madura Em Ter Medos Menores Que As Ideias,
Perante Um Passado Não Mais Glorioso Que O Presente,
Mas Analisado Com Um Senso Um Pouco Menos Infantil,
Onde Parcebo Que O Lance Não É Só Aproveitar O Dia...
Por Mais Forte Que Eu Tento Ser,
Dói Lembrar Das Pessoas Que Já Despedi.
E Por Mais Fria Que Eu Tento Ser,
Não Consigo Esconder A Satisfação De Reconhecer O Companheirismo,
Restrito, Porem Intenso Que Tenho.
Por que?
Existem Pessoas E Pessoas;
Que Trazem Sentimentos Bons Ou Ruins,
Que Deixam Saudade Ou Saturam,
Reais Ou Imaginarias...
Mas Uma Pessoa Que
É Tudo Isso Ao Mesmo Tempo
Que Confunde, Mas Também Explica!
E Eu Que Sempre Quis Motivos Para Sentir
Agora Os Tenho, Mas Não Sinto Tanto.
Posso Estar Errada
Ou Não
Os Dias Que Não Repetem
E Terminam Do Mesmo Jeito
Oscilando Entre O Bem E Mal
Sem Saber Qual Caminho Seguir
Estreito Ou Longo
Sem Leis, Apenas Objetivos.
Podia Juntar Letras De Musica Pra Tentar Explicar...
Podia Fazer Um Resumo Ou Usar Provérbios,
Podia Até Tentar Um Ctrl C + Ctrl V
Ou Deixar Pra Lá
E Esperar Que O Tempo Mostre
O Que Meus Olhos Insistem Em Observar.
Com Minha Força E Contradição,
Com Meus Medos E Desejos.
Tirando Os “Quase” E Deixando Os “Se”...
Que Trazem Sentimentos Bons Ou Ruins,
Que Deixam Saudade Ou Saturam,
Reais Ou Imaginarias...
Mas Uma Pessoa Que
É Tudo Isso Ao Mesmo Tempo
Que Confunde, Mas Também Explica!
E Eu Que Sempre Quis Motivos Para Sentir
Agora Os Tenho, Mas Não Sinto Tanto.
Posso Estar Errada
Ou Não
Os Dias Que Não Repetem
E Terminam Do Mesmo Jeito
Oscilando Entre O Bem E Mal
Sem Saber Qual Caminho Seguir
Estreito Ou Longo
Sem Leis, Apenas Objetivos.
Podia Juntar Letras De Musica Pra Tentar Explicar...
Podia Fazer Um Resumo Ou Usar Provérbios,
Podia Até Tentar Um Ctrl C + Ctrl V
Ou Deixar Pra Lá
E Esperar Que O Tempo Mostre
O Que Meus Olhos Insistem Em Observar.
Com Minha Força E Contradição,
Com Meus Medos E Desejos.
Tirando Os “Quase” E Deixando Os “Se”...
Conto de Contos
Uma historia que não começa com Era uma vez...
Sem princesas delicadas e sem heróis valentes.
E também não foi numa bela tarde de verão,
Teve magia, mas sem beijos.
Não teve encanto, tem desejo.
A protagonista se diverte com coisas erradas,
E quem perdeu o sapatinho foi o vilão.
Teve graça a bruxa se materializando em objetos.
Os pés doíam, pois não existia carruagem.
O som estava tão alto que não deu pra ouvir os sinos.
Notaram se chifres enquanto os anjos ficaram de fora,
Da boca dela não saiu palavras doces, foram apenas palavrões.
E ele nem elogiou seu cabelo, foi quase indiferente.
E a torre não era tão alta, mas ninguém sabia como chegar.
Ele desmaiou bêbado, ela não sonhou com pastos verdes.
O tic-tac do relógio permaneceu em silencio,
E quando se reencontraram continuou do mesmo jeito.
Um tanto de espanto e de novo sem encanto.
A apresentação não foi real,
Numa outra dimensão é que notaram
Que mesmo diferentes eram iguais.
Sem juras, nem sacanagem...
Entre risadas e descobertas
Uma amizade tão comum, quase banal.
Pra ele, talvez numero...
Pra ela, lacuna preenchida.
E o felizes é toda boa noite
E o pra sempre vai estar em cada reencontro,
Sem mãos tremulas ou coração batendo forte.
Apenas a certeza de que o amanha vai acontecer.
Que seremos um pro outro, só aquilo que há de ser.
Sem princesas delicadas e sem heróis valentes.
E também não foi numa bela tarde de verão,
Teve magia, mas sem beijos.
Não teve encanto, tem desejo.
A protagonista se diverte com coisas erradas,
E quem perdeu o sapatinho foi o vilão.
Teve graça a bruxa se materializando em objetos.
Os pés doíam, pois não existia carruagem.
O som estava tão alto que não deu pra ouvir os sinos.
Notaram se chifres enquanto os anjos ficaram de fora,
Da boca dela não saiu palavras doces, foram apenas palavrões.
E ele nem elogiou seu cabelo, foi quase indiferente.
E a torre não era tão alta, mas ninguém sabia como chegar.
Ele desmaiou bêbado, ela não sonhou com pastos verdes.
O tic-tac do relógio permaneceu em silencio,
E quando se reencontraram continuou do mesmo jeito.
Um tanto de espanto e de novo sem encanto.
A apresentação não foi real,
Numa outra dimensão é que notaram
Que mesmo diferentes eram iguais.
Sem juras, nem sacanagem...
Entre risadas e descobertas
Uma amizade tão comum, quase banal.
Pra ele, talvez numero...
Pra ela, lacuna preenchida.
E o felizes é toda boa noite
E o pra sempre vai estar em cada reencontro,
Sem mãos tremulas ou coração batendo forte.
Apenas a certeza de que o amanha vai acontecer.
Que seremos um pro outro, só aquilo que há de ser.
Minha Parte Gay...
Algumas coisas, sentimentos principalmente, não se explicam.
São e pronto. Nem adianta pesquisar, nada consegue descrever.
Para minhas teorias considero Platão com a busca daquilo que te falta no objeto amado,
Paulo Coelho defendendo que almas se separam em duas e são lançadas no universo fazendo a razão de nossa existência, encontrar as metades,
Paulo dizendo aos corintios que o amor é benigno e não arde em ciúmes,
Não menosprezo clichês, ficção e o desequilíbrio hormonal que me faz sentimental.
Eu sou o que sou, pelo que tenho. Eu tenho amigos.
Reais, imaginários, fieis, momentâneos, cada um com seu máximo de importância.
Eu não quero, nesse momento, falar de família. Falo dos amigos que me escolheram.
Bem, falo da Cynthia e da Stephanie.
Com quem eu me encontro e me perco respectivamente.
Uma nada tem a ver com a outra e são as minhas melhores.
Cada uma a sua maneira, donas dos meus sentimentos mais sinceros. Sorrisos espontâneos, ansiedade que vale a pena, um chorinho de saudade, carinho sem maldade, conversas francas, conselhos distantes de palpites.
Eu gosto do cheiro delas, da voz, e das preferências pra não dizer gostos.
Mesmo com o mundo desabando aos meus pés, um simples telefonema me traz de volta, e não é tendência a brincar de “faz de conta” , consiste em dar valor ao que tenho de bom no lugar de reclamar o que não deu certo.
Minha felicidade não é subterfúgio. Apenas sei o essencial, o que todos deviam saber e ter como principio.
Colo de mãe é bom, companhia de irmão , namorar é bom, cachorro, sorvete, aventura é bom, musica é show, conhecer novas pessoas faz bem e se parar pra pensar tem mais bons motivos pra viver do que empecilhos, e justo quando algo, não importa a dimensão, não sai como queremos é que os amigos fazem diferença.
Eu estive mal na ausência de uma delas, sufocada em lembranças e arrependimentos, a outra leva culpa pelas minhas mancadas.
Nas desilusões, eu sorri por poder contar com elas.
Companhias. Companheira para praticar o ritual que antecipa o sim dos casamentos, pois não importa como eu estou nem onde elas estão , aquele meu órgão que serve para bombear sangue estará onde estiverem o delas.
Com lagrimas de pura alegria, agradeço por existirem, serem como são e fazer minha vida melhor!
São pra vocês que eu canto e por vocês que eu me distraio!
Emoção em exagero que não combina com meu cotidiano.
Palavras que até contradizem gestos.
Mais que chocolate e mais que “amor”...
Simplesmente amo vocês duas!
São e pronto. Nem adianta pesquisar, nada consegue descrever.
Para minhas teorias considero Platão com a busca daquilo que te falta no objeto amado,
Paulo Coelho defendendo que almas se separam em duas e são lançadas no universo fazendo a razão de nossa existência, encontrar as metades,
Paulo dizendo aos corintios que o amor é benigno e não arde em ciúmes,
Não menosprezo clichês, ficção e o desequilíbrio hormonal que me faz sentimental.
Eu sou o que sou, pelo que tenho. Eu tenho amigos.
Reais, imaginários, fieis, momentâneos, cada um com seu máximo de importância.
Eu não quero, nesse momento, falar de família. Falo dos amigos que me escolheram.
Bem, falo da Cynthia e da Stephanie.
Com quem eu me encontro e me perco respectivamente.
Uma nada tem a ver com a outra e são as minhas melhores.
Cada uma a sua maneira, donas dos meus sentimentos mais sinceros. Sorrisos espontâneos, ansiedade que vale a pena, um chorinho de saudade, carinho sem maldade, conversas francas, conselhos distantes de palpites.
Eu gosto do cheiro delas, da voz, e das preferências pra não dizer gostos.
Mesmo com o mundo desabando aos meus pés, um simples telefonema me traz de volta, e não é tendência a brincar de “faz de conta” , consiste em dar valor ao que tenho de bom no lugar de reclamar o que não deu certo.
Minha felicidade não é subterfúgio. Apenas sei o essencial, o que todos deviam saber e ter como principio.
Colo de mãe é bom, companhia de irmão , namorar é bom, cachorro, sorvete, aventura é bom, musica é show, conhecer novas pessoas faz bem e se parar pra pensar tem mais bons motivos pra viver do que empecilhos, e justo quando algo, não importa a dimensão, não sai como queremos é que os amigos fazem diferença.
Eu estive mal na ausência de uma delas, sufocada em lembranças e arrependimentos, a outra leva culpa pelas minhas mancadas.
Nas desilusões, eu sorri por poder contar com elas.
Companhias. Companheira para praticar o ritual que antecipa o sim dos casamentos, pois não importa como eu estou nem onde elas estão , aquele meu órgão que serve para bombear sangue estará onde estiverem o delas.
Com lagrimas de pura alegria, agradeço por existirem, serem como são e fazer minha vida melhor!
São pra vocês que eu canto e por vocês que eu me distraio!
Emoção em exagero que não combina com meu cotidiano.
Palavras que até contradizem gestos.
Mais que chocolate e mais que “amor”...
Simplesmente amo vocês duas!
Assinar:
Postagens (Atom)

