Laços, nós.
Eu você, gente,
Incrédulas, fiéis, crença,
Ser, estar, ter.
Isso, aquilo, tudo.
Ontem, amanha, dia,
“d”, festa, feira.
Comida, lixo, luxo,
Pecado, carne, pele,
Casaco, suja, química,
Escola, cama,
Macia, companhia,
Boa, passageira, solidão,
Voz, ouvido, alma,
Condenada, pura, perdão,
Pesar, troco, migalha,
Pão, sentimento,
Desperdiçado, pedido,
Demissão, casamento,
Bem, doce, esfarelado,
Guardanapos, roupas,
Dormir, sonhar, acordar,
Atraso, medo, colo,
Quente, duro, vontade,
Delírio, fuga, saudade,
Distancia, tempo,
Sobra, cobra, aperta,
Bolso, peito, mãos,
Afago, pelica, tapa,
Amor, comemoração,
Gol, chegada, despedida,
Telefone, demora, repete
Hora, novela, encenação,
Educação, pretextos.
Forçado, Despercebido,
Desejo, contido,
Calado, silencio ouvido,
Atento, plástico, distante,
Intocável, invisível,
Laços, nós.
O Finzão?
Improvisar da vontade o prazer, e da dor fazer afeição.
Ter o medo como alento, e a falta a razão.
Da conseqüência preferir a letargia.
E daquilo que enrubesce, sorrir.
Incertezas causar e remanejar probabilidades.
Desistir de propósitos remotos, por tê-los ao alcance.
Agradar da pele, procurando um cheiro distinto.
Implorar e recusar amiúde a mesma coisa.
Confundir, apontar sentimentos e fantasias.
Arrematar todos os dias o que não devia recomeçar.
Ter o medo como alento, e a falta a razão.
Da conseqüência preferir a letargia.
E daquilo que enrubesce, sorrir.
Incertezas causar e remanejar probabilidades.
Desistir de propósitos remotos, por tê-los ao alcance.
Agradar da pele, procurando um cheiro distinto.
Implorar e recusar amiúde a mesma coisa.
Confundir, apontar sentimentos e fantasias.
Arrematar todos os dias o que não devia recomeçar.
Vicio Frenético
Longe de resenhar uma produção cinematográfica,
Apesar de procurar feito louca a trilha desse,
E as viagens serem tão boas quanto ou ainda melhor.
Quando embarco, as neuras ficam pra trás
E o caminho quanto mais curto, melhor.
Quanto menor, maior o delírio.
Nada ilícito, ou ilegal, talvez imoral,
Mas quem se importa?
Se no fim, um sorriso estampa o rosto,
E o corpo todo reconhece o contentamento da mente.
Sensações inéditas explodem dentro de mim,
Efeitos outrora desejados e desacreditados.
Que a cada dia, eu anseio mais.
E os tenho.
Propaganda não rola, a “possecividade” não permite,
Essa que me questiona sobre sentimentos e afinidades...
Coisas que nascem com a convivência, mas nem sempre agrada,
Como um ego assassino que implica a vida de um temido amor.
Ainda há indecisões e controvérsias.
Talvez desacelere, mas não vai perder a graça.
Alguns fatores que esfriam a barriga são perdidos com o tempo.
Mas aqueles que esquentam o coração se fortalecem todas as noites.
Não querer abrir mão de um prazer imensurável
E aflita por lançar mão de um sentimento inadmissível.
Viajando no corpo, enquanto me afogo na alma.
Chamas que estão me refazendo fria,
O suficiente para não me incomodar.
Mais selvagem do que dócil, com mais ritmo do que letra.
E só.
Antes que eu mude de assunto,
Antes que eu mude de titulo
...Que podia muito bem ser outro.
Apesar de procurar feito louca a trilha desse,
E as viagens serem tão boas quanto ou ainda melhor.
Quando embarco, as neuras ficam pra trás
E o caminho quanto mais curto, melhor.
Quanto menor, maior o delírio.
Nada ilícito, ou ilegal, talvez imoral,
Mas quem se importa?
Se no fim, um sorriso estampa o rosto,
E o corpo todo reconhece o contentamento da mente.
Sensações inéditas explodem dentro de mim,
Efeitos outrora desejados e desacreditados.
Que a cada dia, eu anseio mais.
E os tenho.
Propaganda não rola, a “possecividade” não permite,
Essa que me questiona sobre sentimentos e afinidades...
Coisas que nascem com a convivência, mas nem sempre agrada,
Como um ego assassino que implica a vida de um temido amor.
Ainda há indecisões e controvérsias.
Talvez desacelere, mas não vai perder a graça.
Alguns fatores que esfriam a barriga são perdidos com o tempo.
Mas aqueles que esquentam o coração se fortalecem todas as noites.
Não querer abrir mão de um prazer imensurável
E aflita por lançar mão de um sentimento inadmissível.
Viajando no corpo, enquanto me afogo na alma.
Chamas que estão me refazendo fria,
O suficiente para não me incomodar.
Mais selvagem do que dócil, com mais ritmo do que letra.
E só.
Antes que eu mude de assunto,
Antes que eu mude de titulo
...Que podia muito bem ser outro.
אבולוציה
Tudo que nunca quis, e talvez precisasse
Aquilo que abundava e não me convinha,
Encantamento quase de propósito e merecido.
Um eu que agrada e se agrada
Pelo o que de regra, desagrada.
O que submerge no seu olhar doce
É o mesmo que afugenta no meu sorriso complacente.
Perco-me quando me encontro
E faço questão de não procurar.
O sim e o não mentem e se confrontam
num jogo que não tem placar.
E já que não faz diferença,
Posso ser seu culto semanal enquanto você me ensina a me conter.
E nesse futuro que jamais encontraremos,
Estará guardadas as fantasias que criamos.
...
Aquilo que abundava e não me convinha,
Encantamento quase de propósito e merecido.
Um eu que agrada e se agrada
Pelo o que de regra, desagrada.
O que submerge no seu olhar doce
É o mesmo que afugenta no meu sorriso complacente.
Perco-me quando me encontro
E faço questão de não procurar.
O sim e o não mentem e se confrontam
num jogo que não tem placar.
E já que não faz diferença,
Posso ser seu culto semanal enquanto você me ensina a me conter.
E nesse futuro que jamais encontraremos,
Estará guardadas as fantasias que criamos.
...
Eu tenho um
Não importa se ele é de pedra, manteiga ou tecido fibroso.
Não importa se é do tamanho de uma azeitona, de um balão ou de um punho.
Também não importa se ele é trancado a sete chaves, publico ou protegido pela caixa torácica.
E se ele tem gosto de fel ou mousse de maracujá ou se lembra ferrugem não faz diferença.
Não importa se dentro dele você guarda um time, uma pessoa ou apenas veias e artérias.
Coração será sempre coração.
Não importa se é do tamanho de uma azeitona, de um balão ou de um punho.
Também não importa se ele é trancado a sete chaves, publico ou protegido pela caixa torácica.
E se ele tem gosto de fel ou mousse de maracujá ou se lembra ferrugem não faz diferença.
Não importa se dentro dele você guarda um time, uma pessoa ou apenas veias e artérias.
Coração será sempre coração.
(...)
Pensar Na Morte Me Apavora Menos Do Que Pensar Na Vida,
Sobre Como Cheguei Até Aqui E O Que Vou Fazer Daqui Pra Frente.
Confrontar Os Sonhos Com As Escolhas Que Já Fiz.
E Ver Que Cada Uma Delas Não Foi Mera Opção,
E Sim Pequenos Passos Para Fazer De Mim O Que Estou Me Tornando A Cada Dia,
Deixando De Lado A Auto-suficiência
E Me Afirmando Madura Em Ter Medos Menores Que As Ideias,
Perante Um Passado Não Mais Glorioso Que O Presente,
Mas Analisado Com Um Senso Um Pouco Menos Infantil,
Onde Parcebo Que O Lance Não É Só Aproveitar O Dia...
Por Mais Forte Que Eu Tento Ser,
Dói Lembrar Das Pessoas Que Já Despedi.
E Por Mais Fria Que Eu Tento Ser,
Não Consigo Esconder A Satisfação De Reconhecer O Companheirismo,
Restrito, Porem Intenso Que Tenho.
Sobre Como Cheguei Até Aqui E O Que Vou Fazer Daqui Pra Frente.
Confrontar Os Sonhos Com As Escolhas Que Já Fiz.
E Ver Que Cada Uma Delas Não Foi Mera Opção,
E Sim Pequenos Passos Para Fazer De Mim O Que Estou Me Tornando A Cada Dia,
Deixando De Lado A Auto-suficiência
E Me Afirmando Madura Em Ter Medos Menores Que As Ideias,
Perante Um Passado Não Mais Glorioso Que O Presente,
Mas Analisado Com Um Senso Um Pouco Menos Infantil,
Onde Parcebo Que O Lance Não É Só Aproveitar O Dia...
Por Mais Forte Que Eu Tento Ser,
Dói Lembrar Das Pessoas Que Já Despedi.
E Por Mais Fria Que Eu Tento Ser,
Não Consigo Esconder A Satisfação De Reconhecer O Companheirismo,
Restrito, Porem Intenso Que Tenho.
Por que?
Existem Pessoas E Pessoas;
Que Trazem Sentimentos Bons Ou Ruins,
Que Deixam Saudade Ou Saturam,
Reais Ou Imaginarias...
Mas Uma Pessoa Que
É Tudo Isso Ao Mesmo Tempo
Que Confunde, Mas Também Explica!
E Eu Que Sempre Quis Motivos Para Sentir
Agora Os Tenho, Mas Não Sinto Tanto.
Posso Estar Errada
Ou Não
Os Dias Que Não Repetem
E Terminam Do Mesmo Jeito
Oscilando Entre O Bem E Mal
Sem Saber Qual Caminho Seguir
Estreito Ou Longo
Sem Leis, Apenas Objetivos.
Podia Juntar Letras De Musica Pra Tentar Explicar...
Podia Fazer Um Resumo Ou Usar Provérbios,
Podia Até Tentar Um Ctrl C + Ctrl V
Ou Deixar Pra Lá
E Esperar Que O Tempo Mostre
O Que Meus Olhos Insistem Em Observar.
Com Minha Força E Contradição,
Com Meus Medos E Desejos.
Tirando Os “Quase” E Deixando Os “Se”...
Que Trazem Sentimentos Bons Ou Ruins,
Que Deixam Saudade Ou Saturam,
Reais Ou Imaginarias...
Mas Uma Pessoa Que
É Tudo Isso Ao Mesmo Tempo
Que Confunde, Mas Também Explica!
E Eu Que Sempre Quis Motivos Para Sentir
Agora Os Tenho, Mas Não Sinto Tanto.
Posso Estar Errada
Ou Não
Os Dias Que Não Repetem
E Terminam Do Mesmo Jeito
Oscilando Entre O Bem E Mal
Sem Saber Qual Caminho Seguir
Estreito Ou Longo
Sem Leis, Apenas Objetivos.
Podia Juntar Letras De Musica Pra Tentar Explicar...
Podia Fazer Um Resumo Ou Usar Provérbios,
Podia Até Tentar Um Ctrl C + Ctrl V
Ou Deixar Pra Lá
E Esperar Que O Tempo Mostre
O Que Meus Olhos Insistem Em Observar.
Com Minha Força E Contradição,
Com Meus Medos E Desejos.
Tirando Os “Quase” E Deixando Os “Se”...
Conto de Contos
Uma historia que não começa com Era uma vez...
Sem princesas delicadas e sem heróis valentes.
E também não foi numa bela tarde de verão,
Teve magia, mas sem beijos.
Não teve encanto, tem desejo.
A protagonista se diverte com coisas erradas,
E quem perdeu o sapatinho foi o vilão.
Teve graça a bruxa se materializando em objetos.
Os pés doíam, pois não existia carruagem.
O som estava tão alto que não deu pra ouvir os sinos.
Notaram se chifres enquanto os anjos ficaram de fora,
Da boca dela não saiu palavras doces, foram apenas palavrões.
E ele nem elogiou seu cabelo, foi quase indiferente.
E a torre não era tão alta, mas ninguém sabia como chegar.
Ele desmaiou bêbado, ela não sonhou com pastos verdes.
O tic-tac do relógio permaneceu em silencio,
E quando se reencontraram continuou do mesmo jeito.
Um tanto de espanto e de novo sem encanto.
A apresentação não foi real,
Numa outra dimensão é que notaram
Que mesmo diferentes eram iguais.
Sem juras, nem sacanagem...
Entre risadas e descobertas
Uma amizade tão comum, quase banal.
Pra ele, talvez numero...
Pra ela, lacuna preenchida.
E o felizes é toda boa noite
E o pra sempre vai estar em cada reencontro,
Sem mãos tremulas ou coração batendo forte.
Apenas a certeza de que o amanha vai acontecer.
Que seremos um pro outro, só aquilo que há de ser.
Sem princesas delicadas e sem heróis valentes.
E também não foi numa bela tarde de verão,
Teve magia, mas sem beijos.
Não teve encanto, tem desejo.
A protagonista se diverte com coisas erradas,
E quem perdeu o sapatinho foi o vilão.
Teve graça a bruxa se materializando em objetos.
Os pés doíam, pois não existia carruagem.
O som estava tão alto que não deu pra ouvir os sinos.
Notaram se chifres enquanto os anjos ficaram de fora,
Da boca dela não saiu palavras doces, foram apenas palavrões.
E ele nem elogiou seu cabelo, foi quase indiferente.
E a torre não era tão alta, mas ninguém sabia como chegar.
Ele desmaiou bêbado, ela não sonhou com pastos verdes.
O tic-tac do relógio permaneceu em silencio,
E quando se reencontraram continuou do mesmo jeito.
Um tanto de espanto e de novo sem encanto.
A apresentação não foi real,
Numa outra dimensão é que notaram
Que mesmo diferentes eram iguais.
Sem juras, nem sacanagem...
Entre risadas e descobertas
Uma amizade tão comum, quase banal.
Pra ele, talvez numero...
Pra ela, lacuna preenchida.
E o felizes é toda boa noite
E o pra sempre vai estar em cada reencontro,
Sem mãos tremulas ou coração batendo forte.
Apenas a certeza de que o amanha vai acontecer.
Que seremos um pro outro, só aquilo que há de ser.
Minha Parte Gay...
Algumas coisas, sentimentos principalmente, não se explicam.
São e pronto. Nem adianta pesquisar, nada consegue descrever.
Para minhas teorias considero Platão com a busca daquilo que te falta no objeto amado,
Paulo Coelho defendendo que almas se separam em duas e são lançadas no universo fazendo a razão de nossa existência, encontrar as metades,
Paulo dizendo aos corintios que o amor é benigno e não arde em ciúmes,
Não menosprezo clichês, ficção e o desequilíbrio hormonal que me faz sentimental.
Eu sou o que sou, pelo que tenho. Eu tenho amigos.
Reais, imaginários, fieis, momentâneos, cada um com seu máximo de importância.
Eu não quero, nesse momento, falar de família. Falo dos amigos que me escolheram.
Bem, falo da Cynthia e da Stephanie.
Com quem eu me encontro e me perco respectivamente.
Uma nada tem a ver com a outra e são as minhas melhores.
Cada uma a sua maneira, donas dos meus sentimentos mais sinceros. Sorrisos espontâneos, ansiedade que vale a pena, um chorinho de saudade, carinho sem maldade, conversas francas, conselhos distantes de palpites.
Eu gosto do cheiro delas, da voz, e das preferências pra não dizer gostos.
Mesmo com o mundo desabando aos meus pés, um simples telefonema me traz de volta, e não é tendência a brincar de “faz de conta” , consiste em dar valor ao que tenho de bom no lugar de reclamar o que não deu certo.
Minha felicidade não é subterfúgio. Apenas sei o essencial, o que todos deviam saber e ter como principio.
Colo de mãe é bom, companhia de irmão , namorar é bom, cachorro, sorvete, aventura é bom, musica é show, conhecer novas pessoas faz bem e se parar pra pensar tem mais bons motivos pra viver do que empecilhos, e justo quando algo, não importa a dimensão, não sai como queremos é que os amigos fazem diferença.
Eu estive mal na ausência de uma delas, sufocada em lembranças e arrependimentos, a outra leva culpa pelas minhas mancadas.
Nas desilusões, eu sorri por poder contar com elas.
Companhias. Companheira para praticar o ritual que antecipa o sim dos casamentos, pois não importa como eu estou nem onde elas estão , aquele meu órgão que serve para bombear sangue estará onde estiverem o delas.
Com lagrimas de pura alegria, agradeço por existirem, serem como são e fazer minha vida melhor!
São pra vocês que eu canto e por vocês que eu me distraio!
Emoção em exagero que não combina com meu cotidiano.
Palavras que até contradizem gestos.
Mais que chocolate e mais que “amor”...
Simplesmente amo vocês duas!
São e pronto. Nem adianta pesquisar, nada consegue descrever.
Para minhas teorias considero Platão com a busca daquilo que te falta no objeto amado,
Paulo Coelho defendendo que almas se separam em duas e são lançadas no universo fazendo a razão de nossa existência, encontrar as metades,
Paulo dizendo aos corintios que o amor é benigno e não arde em ciúmes,
Não menosprezo clichês, ficção e o desequilíbrio hormonal que me faz sentimental.
Eu sou o que sou, pelo que tenho. Eu tenho amigos.
Reais, imaginários, fieis, momentâneos, cada um com seu máximo de importância.
Eu não quero, nesse momento, falar de família. Falo dos amigos que me escolheram.
Bem, falo da Cynthia e da Stephanie.
Com quem eu me encontro e me perco respectivamente.
Uma nada tem a ver com a outra e são as minhas melhores.
Cada uma a sua maneira, donas dos meus sentimentos mais sinceros. Sorrisos espontâneos, ansiedade que vale a pena, um chorinho de saudade, carinho sem maldade, conversas francas, conselhos distantes de palpites.
Eu gosto do cheiro delas, da voz, e das preferências pra não dizer gostos.
Mesmo com o mundo desabando aos meus pés, um simples telefonema me traz de volta, e não é tendência a brincar de “faz de conta” , consiste em dar valor ao que tenho de bom no lugar de reclamar o que não deu certo.
Minha felicidade não é subterfúgio. Apenas sei o essencial, o que todos deviam saber e ter como principio.
Colo de mãe é bom, companhia de irmão , namorar é bom, cachorro, sorvete, aventura é bom, musica é show, conhecer novas pessoas faz bem e se parar pra pensar tem mais bons motivos pra viver do que empecilhos, e justo quando algo, não importa a dimensão, não sai como queremos é que os amigos fazem diferença.
Eu estive mal na ausência de uma delas, sufocada em lembranças e arrependimentos, a outra leva culpa pelas minhas mancadas.
Nas desilusões, eu sorri por poder contar com elas.
Companhias. Companheira para praticar o ritual que antecipa o sim dos casamentos, pois não importa como eu estou nem onde elas estão , aquele meu órgão que serve para bombear sangue estará onde estiverem o delas.
Com lagrimas de pura alegria, agradeço por existirem, serem como são e fazer minha vida melhor!
São pra vocês que eu canto e por vocês que eu me distraio!
Emoção em exagero que não combina com meu cotidiano.
Palavras que até contradizem gestos.
Mais que chocolate e mais que “amor”...
Simplesmente amo vocês duas!
Carta para alguem que não sabe ler!
O pensamento não acompanha o ritmo dos fatos,
Enquanto tento justificar o imaginário, esqueço de explicar o que está diante dos olhos.
Palavras certas tornam se cada vez mais escassas quando a incerteza é cultivada.
A idéia de quem está parcialmente do lado de fora não condiz com o que vivo e confesso pensei que seria mais fácil. Ou seria mais forte. E o que os outros pensam ou sentem nunca me inquietou, tomo minhas decisões pensando num eu freqüente submerso.
Já não ouço as mesmas musicas, já não vejo TV e o que julgava eterno não faz parte do meu futuro. As letras que traduziam com exatidão o que eu sentia, agora expressam desigualdade.
Lembranças vêm e vão, com freqüências alternadas e valores mutáveis. Já não é igual, é tudo diferente com ressalva de que permaneço controvérsia...
Gosto desse quebra-cabeça! E quando peças são adicionadas voluntariamente, contemplo o motivo. Complicar, por prazer de resolver.
Coisas de Tamiris! E me disseram que isso é normal, coisas de gente humana, será que julgava não ser?
Hoje busco a imparcialidade, é hora de jogar na defesa. Momento de a garotinha ser apenas uma garotinha, mesmo com um desejo enorme de tomar as rédeas.
Chega! Não quero ser diferente ou ser o que convém.
E as coisas que dependem de mim, haverão de entender que eu necessito mais.
Não tenho historias fantásticas pra contar, e não as crio em fantasia, eu sou assim e não quero mais. Vida, viver, todo adolescente sem causa chega a questionar, eu não.
Só me falta um ideal, “quiçá” uma motivação...
Talvez mais uma vez, não esteja no caminho certo, mas se aqui cheguei sendo tão errada, definitivamente não há problemas em persistir.
SIC: “Eu não entendo porque as pessoas as pessoas simplesmente não fazem o que tem vontade de fazer e pronto!”. Eu não sei o que o levou a dizer isso, mas é sensato e raro acontece, buscar o melhor, o mais apropriado e em momentos de fraqueza o mais fácil, colocar desejos num plano surreal e os deixar fora de alcance! Isso é covardia, optar pelo conveniente e abandonar a sinceridade perante si.
Rótulos. Valores imaginários. Liberdade, quem sabe está na duvida, na destruição de tudo que não passa de conseqüência da convivência?
Por quê? Medo de fracassar, quem sabe? Freud explica as síndromes mais insignificantes, e a razão insiste em não convencer. Fugir, recuar quando precisa ser útil.
Onde está a imponente que reflete no espelho alheio? Cadê a majestade que se julga capaz? Ou a encontro ou assumo de vez o papel de frágil, vulnerável e carente. Meu Deus, isso não combina comigo, então por que insisto em não fazer o que quero? O que me prende? Quem disse que minhas pretensões são inatingíveis? Frases prontas costumavam responder essas questões. Hoje não mais.
Vamos culpar o tempo, a idade que avança o corpo que se modifica e a mente que crê num momento certo!
O tempo. Se pudesse para-lo enquanto resolvia o que eu queria, se pudesse da-lo a quem eu queria que pensasse, se eu pudesse voltá-lo erraria de novo (mesmo sabendo), contudo tentaria pensar um pouco mais ou menos conforme necessário.
Se não fossem os “xuxus” a vida seria um mar de rosas? Flores não estão nas minhas preferências. Crises, fases que passam, voltam e me faz forte e fraca. Aspectos de uma realidade vaga que fazem meu eu vago.
Não faço parte de um grupo de exibicionistas, só apareço quando me enxergam, e ser vista não me basta.
A razão me foge, todavia insisto em críticas e escolhas.
Chega de por quês que nunca me levam a lugar algum. Chega de Talvez que nunca acontecem e chega de “se” que só me faz questionar.
Enquanto tento justificar o imaginário, esqueço de explicar o que está diante dos olhos.
Palavras certas tornam se cada vez mais escassas quando a incerteza é cultivada.
A idéia de quem está parcialmente do lado de fora não condiz com o que vivo e confesso pensei que seria mais fácil. Ou seria mais forte. E o que os outros pensam ou sentem nunca me inquietou, tomo minhas decisões pensando num eu freqüente submerso.
Já não ouço as mesmas musicas, já não vejo TV e o que julgava eterno não faz parte do meu futuro. As letras que traduziam com exatidão o que eu sentia, agora expressam desigualdade.
Lembranças vêm e vão, com freqüências alternadas e valores mutáveis. Já não é igual, é tudo diferente com ressalva de que permaneço controvérsia...
Gosto desse quebra-cabeça! E quando peças são adicionadas voluntariamente, contemplo o motivo. Complicar, por prazer de resolver.
Coisas de Tamiris! E me disseram que isso é normal, coisas de gente humana, será que julgava não ser?
Hoje busco a imparcialidade, é hora de jogar na defesa. Momento de a garotinha ser apenas uma garotinha, mesmo com um desejo enorme de tomar as rédeas.
Chega! Não quero ser diferente ou ser o que convém.
E as coisas que dependem de mim, haverão de entender que eu necessito mais.
Não tenho historias fantásticas pra contar, e não as crio em fantasia, eu sou assim e não quero mais. Vida, viver, todo adolescente sem causa chega a questionar, eu não.
Só me falta um ideal, “quiçá” uma motivação...
Talvez mais uma vez, não esteja no caminho certo, mas se aqui cheguei sendo tão errada, definitivamente não há problemas em persistir.
SIC: “Eu não entendo porque as pessoas as pessoas simplesmente não fazem o que tem vontade de fazer e pronto!”. Eu não sei o que o levou a dizer isso, mas é sensato e raro acontece, buscar o melhor, o mais apropriado e em momentos de fraqueza o mais fácil, colocar desejos num plano surreal e os deixar fora de alcance! Isso é covardia, optar pelo conveniente e abandonar a sinceridade perante si.
Rótulos. Valores imaginários. Liberdade, quem sabe está na duvida, na destruição de tudo que não passa de conseqüência da convivência?
Por quê? Medo de fracassar, quem sabe? Freud explica as síndromes mais insignificantes, e a razão insiste em não convencer. Fugir, recuar quando precisa ser útil.
Onde está a imponente que reflete no espelho alheio? Cadê a majestade que se julga capaz? Ou a encontro ou assumo de vez o papel de frágil, vulnerável e carente. Meu Deus, isso não combina comigo, então por que insisto em não fazer o que quero? O que me prende? Quem disse que minhas pretensões são inatingíveis? Frases prontas costumavam responder essas questões. Hoje não mais.
Vamos culpar o tempo, a idade que avança o corpo que se modifica e a mente que crê num momento certo!
O tempo. Se pudesse para-lo enquanto resolvia o que eu queria, se pudesse da-lo a quem eu queria que pensasse, se eu pudesse voltá-lo erraria de novo (mesmo sabendo), contudo tentaria pensar um pouco mais ou menos conforme necessário.
Se não fossem os “xuxus” a vida seria um mar de rosas? Flores não estão nas minhas preferências. Crises, fases que passam, voltam e me faz forte e fraca. Aspectos de uma realidade vaga que fazem meu eu vago.
Não faço parte de um grupo de exibicionistas, só apareço quando me enxergam, e ser vista não me basta.
A razão me foge, todavia insisto em críticas e escolhas.
Chega de por quês que nunca me levam a lugar algum. Chega de Talvez que nunca acontecem e chega de “se” que só me faz questionar.
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